Estruturas de base concelhia das MS-ID avançam em articulação com o PS


Está lançado o processo de criação das novas estruturas das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos (MS-ID), que culminará com eleições, que decorrem em simultâneo com o processo de escolha das novas direções concelhias do Partido Socialista. Estas novas estruturas surgem com a alteração do Regulamento Geral das MS-ID aprovado no último Congresso, onde foi igualmente aprovada a mudança de nome e de estatuto da estrutura, reforçando a sua autonomia.

O processo está no terreno, fortemente apoiado pelo PS, tendo em conta que a criação destas novas comissões políticas, de dimensão variável, de acordo com o número de militantes ativas, pretende “reforçar a presença do Partido Socialista no território, mas reforçar também a participação das mulheres numa ação política mobilizadora”. Isso mesmo consta da carta conjunta enviada por José Luís Carneiro e Elza Pais aos Presidentes das Federações do PS. O Secretário geral Adjunto do Partido Socialista associou-se à Presidente das Mulheres Socialistas num apelo “à participação das mulheres nesta nova fase de organização territorial das MS-ID na apresentação de candidaturas e na participação em todos os atos eleitorais, bem como à participação das estruturas Concelhias e Federativas do PS, no sentido de apoiar um processo que tem como objetivo principal reforçar o próprio Partido Socialista”.

A carta explica que “a nova Lei da Paridade reforça o equilíbrio de género no exercício da política, sendo o papel das estruturas das MS-ID fundamental para apoiar o Partido Socialista no processo de elaboração de listas” pelo que “as novas estruturas de base concelhia deverão, assim, constituir um importante instrumento de apoio ao PS no próximo processo autárquico, que exigirá da parte das mulheres uma disponibilidade acrescida para integrarem listas e participarem ativamente na vida política do país”.

José Luís Carneiro participou na última reunião do Secretariado Nacional das Mulheres Socialistas, numa clara nota de apoio ao processo, em linha com o teor da carta enviada: “reforçar o papel das mulheres na vida interna do PS é reforçar as Políticas de Igualdade, que são a “marca PS” de que todos e todas nos orgulhamos”.

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